As coisas dão sempre errado? Descubra se você é vítima da auto-sabotagem!

As coisas dão sempre errado? Descubra se você é vítima da auto-sabotagem!
11 outubro 12:20 2021 Imprimir notícia
Estilo de Vida

Embora o termo "auto-sabotagem" traga uma sensação de que algo é intencional, alguns comportamentos ruins que temos podem ser simplesmente resultado de hábito ou distração. Mesmo assim, precisamos ficar de olho nas nossas atitudes. A vida já é difícil por ela mesma, a gente não precisa ajudar a atrapalhar.

No entanto, a maioria de nós será culpado de sabotar a si mesmo de qualquer maneira. Para saber se você está se colocando em algumas das formas mais comuns de auto-sabotagem. É provável que você se surpreenda!

Muitos objetivos, nenhum plano -

Você espera ter sucesso nas metas que você estabeleceu para si mesmo sem conceder tempo suficiente para fazer um plano que leve isso a acontecer.

Dependência de outros -

Você vê sua capacidade de mudança como dependente do apoio daqueles ao seu redor. Você só consegue se exercitar quando outras pessoas vão na academia com você, por exemplo. 

Ignorar melhorias -

Ao ver as coisas como 8 ou 80 (sucesso completo ou fracasso terrível) podemos roubar de nós mesmos a sensação de satisfação que merecemos ao concluir passos intermediários.

"Sem tempo, irmão!" -

Você está sempre muito ocupado para separar algum tempo para organizar suas horas de forma mais eficiente.

Se negar pequenos prazeres -

Você nega a si mesmo pequenos prazeres na vida, o que pode, em última análise, resultar em você exagerando em atividades prazerosas.

Ignorar suas necessidades -

Do mesmo jeito, ignorar quando você precisa de uma pausa é semelhante. Em vez de reconhecer suas necessidades, é provável que você não note, ou mesmo ignore, quando precisa descansar, ver os amigos ou ficar algum tempo sozinho.

Não eliminar bloqueios -

Não eliminar barreiras ao prazer é outra forma de auto-sabotagem. Por exemplo, você pode amar música, mas não vai comprar uma assinatura do Spotify - mesmo que só custe o preço do café que você bebe demais.

Você só faz o que os outros nunca ridicularizariam você por fazer -

A maioria das coisas que você faz são aquelas coisas que as pessoas ao seu redor aceitam. Se há uma chance de você ser ridicularizado por fazer algo, mesmo que você ame, você não vai fazê-lo.

Desperdiçar tempo e energia -

Você gasta muito tempo e energia preciosa fazendo coisas que poderiam ser evitadas. Por exemplo, ir toda semana no mercado, quando poderia ir a cada 15 dias.

Prioridades -

Você não está priorizando as coisas que você sabe que são mais importantes para você, como sua saúde.

Escolher ser infeliz -

Normalmente, quando você pode decidir ser feliz ou miserável, você escolhe ser miserável.

Procrastinação -

Você pode procrastinar muito e o tipo de pensamento "tudo ou nada" alimenta isso. Você escolhe não limpar nada, se você não pode limpar a casa inteira, por exemplo.

Complicar demais as coisas -

Você complica demais as coisas na sua vida. Pode não haver solução ideal pra uma situação, mas, ao invés de apenas escolher uma solução, você provavelmente analisará e pesquisará coisas por um longo tempo.

Familiaridade -

Muitas vezes você está preso em padrões psicológicos de conforto. Por exemplo, você pode se sobrecarregar porque é isso que você está acostumado.

Você se preocupa mas não faz nada para resolver as coisas -

Você se permite passar muito tempo se preocupando com um problema sem tomar nenhuma medida para corrigi-lo.

Relacionamentos -

Quando os relacionamentos estão indo mal, você se concentra demais em corrigir as interações negativas em vez de criar mais positivas.

Gasta tempo se preocupando com os problemas dos outros -

Você pode gastar muito tempo e energia reclamando de outras pessoas e do comportamento delas em vez de se concentrar no que está em seu controle.

Repetir estratégias fracassadas -

Você pode repetir estratégias para tentar mudar certas situações mesmo que você saiba que elas não estão funcionando. Por exemplo, você pode continuar pedindo ao seu parceiro para jogar o lixo fora mesmo quando isso não funcionou nas últimas 50 vezes.

Não age na realidade -

Você sempre cria altas expectativas na sua cabeça que acabam te deixando decepcionado. Você opera baseado em como você acha que as coisas devem ser em vez do que a realidade é.

Você não escuta os conselhos dos outros -

Quando você é abordado sobre seu próprio comportamento e alguém faz observações adequadas que podem ser úteis para você se tornar uma pessoa melhor, você não escuta.

Você não se esforça para encontrar maneiras de controlar suas emoções -

Você está machucado e foca pouquíssima atenção em desenvolver estratégias para lidar com sua instabilidade emocional, o que às vezes pode fazer você falar coisas que não quer.

Você inventa problemas -

Estresse é seu nome do meio. Se não há nada sério para se estressar, você vai inventar coisas na sua cabeça.

Você não prioriza -

Você não sabe priorizar e normalmente tem que ficar apagando incêndios diários (como ter que ir no mercado porque o papel higiênico acabou) em vez de fazer coisas que são seriamente importantes.

Você não consegue enxergar a figura por inteiro -

O quadro geral é muitas vezes ausente em você. Muitas vezes você esquece seus valores e o que é realmente importante para você.

Você espera até que o estresse e a ansiedade cheguem num nível crítico para fazer algo -

Você se vê muito estressado e ansioso para fazer qualquer coisa sobre o seu estresse e ansiedade, ou só faz alguma coisa quando atinge um nível crítico.

Planejamento futuro -

Você não está pensando muito à frente na vida e não está planejando o futuro. Você não investe ou economiza dinheiro, por exemplo.

Você paga caro por "segurança" -

Você paga demais por muitas coisas por causa da aversão ao risco. Você compraria uma determinada marca mesmo que custasse 90% mais só porque tinha 1% menos chance de fracasso.

Nota final -

Todo mundo tem o poder de mudar a si mesmo e parar de se prejudicar. Conhecer os erros que você está cometendo pessoalmente ou como pode estar interagindo erroneamente com o mundo externo é geralmente o primeiro passo para superar sua tendência à auto-sabotagem.

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