Cronograma capilar do cabelo com caspa: produtos + passo a passo para tratar o problema

Cronograma capilar do cabelo com caspa: produtos + passo a passo para tratar o problema
25 agosto 11:28 2021 Imprimir notícia
Estilo de Vida

Na tentativa de cessar ou ao menos diminuir o preconceito, uma curitibana usa as redes sociais para informar sobre a doença rara que possui e encorajar outras pessoas que também possam ter algum diagnóstico semelhante.

Karina Andressa Rodini tinha pouco menos de dois anos quando descobriu a neurofibromatose, que é um conjunto de doenças genéticas que afetam, mais notadamente, a pele e o sistema neurológico.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a condição se origina de mutações genéticas que resultam em sintomas imprevisíveis. Um dos principais sinais da doença consiste no aparecimento de nódulos e tumores na pele (neurofibromas), de tamanho variável.

Aos 31 anos, o maior tumor de Karina fica na perna e pesa cerca de 35 quilos.

"Muitas pessoas me perguntam por que eu me exponho, mas não é que eu quero mostrar o lado ruim ou para que tenham pena. Eu quero mostrar que, mesmo com a doença, eu saio, eu curto. É coragem de expor para ajudar outras pessoas", disse ela.

Devido ao agravamento da doença, ela precisou largar o emprego que tinha de auxiliar administrativa em um centro universitário.

"Até 2020, antes da pandemia, eu estava trabalhando, eu sempre trabalhei, desde os 16 anos, nunca fui de querer ficar deprimida em casa. Sempre gostei de sair, ir em shopping, baladinha, festinha. Dava sexta-feira eu já estava na rua, queria sair. Aí veio a pandemia e a minha situação se agravou, até parece que foi combinado".

Com mais tempo livre para se cuidar, ela começou a pesquisar mais sobre a doença e percebeu que no Brasil ainda há pouca informação disponível sobre a neurofibromatose. Por isso, cada material que encontrava e a ajudava de alguma forma no dia a dia, ela decidiu compartilhar nas redes.

"Eu não sou especialista, mas sinto na pele isso. Vejo muitos vídeos, leio muitos artigos. Se estão em outro idioma, eu traduzo ali e tento entender. Se funciona, se me ajuda, se acho que pode ser bom também para outra pessoa, eu compartilho lá. Mas sempre tenho o cuidado de ver se é verdadeiro. A gente tem que acreditar na ciência e pesquisar em fontes seguras, não acreditar em qualquer coisa".

Atualmente, Karina tem quase 34 mil seguidores no Instagram. Ela afirma que logo no início, nas primeiras publicações, sentiu o apoio de várias pessoas. Contudo, uma pequena parcela se assustava com as fotos ou achava que era montagem de computador.

"Vieram comentários desagradáveis, porque as pessoas achavam que era montagem, que tinha alguém querendo lucrar em cima daquilo. Só que eu não me importei e decidi continuar. Eu vejo que são pessoas que não têm conhecimento. E isso não deve acontecer só comigo, só com a neurofibromatose, afinal existem mais de 3 mil doenças raras, muitas que a gente nem sabe que existe", afirmou.

De acordo com o Neurofibromatosis Center, no Brasil, existem cerca de 80 mil pacientes diagnosticados com neurofibromatose tipo 1.

Atualmente, ela mora com a mãe, a dona Fátima, de 60 anos. Karina contou que a mãe teve que parar de trabalhar para cuidar dela, e elas vivem com um salário doença que usam para os custos da casa como aluguel, alimentação, além dos cuidados médicos.

Saga por tratamento

A neurofibromatose não tem cura e também não possui tratamento específico comprovado.

"Quando era pequena, minha mãe me levou no médico porque eu tinha muitas manchas 'café com leite', e não era uma ou duas, aquelas que a gente acha bonitinho, eram diferentes. Eu não tinha tumor, não tinha nada que fosse um problema grave. Os anos foram se passando e as manchas começaram a aumentar mais. Nas minhas pernas, as manchas começaram a ficar mais elevadas, cresciam para cima e, até então, o médico dizia que não podia fazer nada. Se a neurofibromatose ainda é desconhecida, anos atrás era muito mais".

Foram anos de idas a médicos e pesquisas por conta para conseguir superar os desafios diários da doença. Quando chegou a adolescência, a neurofibromatose se agravou e tumores começaram aparecer.

"Com uns 12 anos, eu fiz uma cirurgia e tirei um cisto de 8 quilos do ovário. Era um tumor benigno, era na época de escola, e eu até parecia uma grávida. Fui no médico e eles detectaram o cisto, disseram que eu tinha que fazer uma cirurgia e eu fiz. Até então não havia cirurgia para a neurofibromatose. Eu continuava indo no médico e nada".

Karina contou que por volta dos 15 anos, aquelas manchas começaram a se desenvolver ainda mais, e os tumores passaram a ficar maiores. Quando a mãe dela se mudou para Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, ela fez a primeira cirurgia de neurofibromatose.

"E aí eu passei mais um tempo em Foz, terminei meus estudos, e sempre buscando algo para poder fazer cirurgias. E nenhum médico queria mexer porque não tinha experiência. A gente se mudou, fomos para São Paulo, também não tivemos sucesso lá. Voltamos para Foz e também não tinha o que fazer, e aí nos mudamos para Curitiba. De 2012 até 2018, foram umas nove cirurgias, mas sempre que eu tiro um quilo, voltam dois, porque a neurofibromatose é um tumor enraizado e muito vascularizado, então ele cresce. Aí aquilo foi me injuriando", explicou.

Nos cuidados com o cabelo, poucas coisas são tão chatas quanto a caspa - essas casquinhas brancas que ficam no couro cabeludo, nos fios e às vezes até na roupa, acabam com qualquer look. Além de serem bastante incômodas, elas podem ser sinal da dermatite seborreica, também chamada de seborreia, que causa coceira e irritação na região. Para se livrar de uma vez por todas desse problema, o DermaClub montou um cronograma capilar específico para as madeixas com caspa. Confira!

Por que o cabelo pode ter caspa?

De acordo com o Hospital Israelita Albert Einstein, mais de 2 milhões de casos de dermatite seborreica são diagnosticados por ano - isso, só no Brasil! Existem vários fatores que podem levar à formação da caspa, como:

Oleosidade excessiva no couro cabeludo;

Genética;

 Estresse;

 Lavar a cabeça com água quente;

 Uso frequente de chapéus;

 Acúmulo de produtos no couro cabeludo;

Proliferação do fungo Malassezia spp.

Já conhece o clube de vantagens DermaClub? Com ele, você terá muito mais motivos para cuidar da sua pele. Acesse o link, cadastre-se no programa e aproveite os benefícios!

Produtos que podem ser usados no cronograma capilar:

Shampoo anticaspa (Dercos Anticaspa Sensível ou Anticaspa Intensivo, de Vichy)

Shampoo esfoliante (Dercos Micropeel, de Vichy)

 Creme de limpeza (Dercos Sensicare, de Vichy)

 Condicionador (Dercos Energizante, de Vichy)

Ampola para cabelos oleosos (Super Ampola Capilar Reequilibrante, de Vichy)

Passo a passo do cronograma capilar de cabelo com caspa:

1ª SEMANA

1º dia: lave o cabelo com shampoo anticaspa, deixando o produto agir por 3 minutos no couro cabeludo

3º dia: lave o cabelo apenas com shampoo esfoliante, e massageie levemente o couro cabeludo e em use a ampola para cabelos oleosos para tratar o comprimento e as pontas.

5º dia: lave o couro cabeludo e os fios com creme de limpeza.

2ª SEMANA

1º dia: utilize o shampoo anticaspa e, em seguida, aplique o condicionador.

3º dia: utilize o creme de limpeza capilar e enxágue.

5º dia: chegou o dia do shampoo esfoliante e, ao invés do condicionador, aplique a ampola capilar e deixe alguns minutos agindo no cabelo. Depois, enxagüe!

Agora é só alternar as semanas até o seu cabelo ficar completamente livre da caspa!

PORTAL SBN | COM INFORMAÇÕES DO DERMACLUB

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