Homem se passa por menina nas redes sociais para pedir fotos de crianças e adolescentes nus

Homem se passa por menina nas redes sociais para pedir fotos de crianças e adolescentes nus
23 julho 08:58 2021 Imprimir notícia
Polícia

Um homem de 23 anos foi preso suspeito de se passar por uma menina nas redes sociais para pedir fotos de crianças e adolescentes nus. Segundo a Polícia Civil, são pelo menos 70 vítimas do Distrito Federal e de outras unidades da federação.

O investigado foi preso nesta quarta-feira (21), em Teresina, no Piauí. A 13ª Delegacia de Polícia, de Sobradinho, iniciou as investigações há quatro meses. Segundo os policiais, o primeiro caso que chegou à corporação foi de um menino de 12 anos, morador da região.

A mãe da vítima suspeitou que algo estava errado, já que o garoto sempre apagava as conversas que tinha com uma menina, chamada de Luíza Emanuelly, em uma rede social. A mulher, então, passou a monitorar o filho.

Após estranhar a troca de mensagens, a mãe bloqueou o perfil da suposta menina. Porém, o criminoso criou outra conta e passou a divulgar as fotos que o menino havia mandado para ele.

Em seguida, os policiais descobriram que o suspeito, na verdade, era um homem que morava no Piauí. Ele foi detido por policiais da região e trazido nesta quarta-feira ao Distrito Federal, onde está preso. O homem vai responder por aliciamento de crianças, com prática de ato libidinoso. A pena pode chegar a 30 anos de prisão.

Investigação

Durante a prisão, os policiais apreenderam um computador, notebook e celulares que tinham vídeos e fotos íntimas de crianças e adolescentes. Alguns arquivos já haviam sido apagados pelo suspeito.

De acordo com a delegada à frente do caso, Ágatha Braga, da 13ª Delegacia de Polícia, o homem contava às vítimas que tinha 14 anos. A investigadora também pediu para que a imprensa divulgasse o nome falso que ele usava, Luíza Emanuelly, para a possível identificação de mais vítimas.

"Ao longo desses meses, nós conseguimos identificar também cerca de 70 vítimas as quais eram das mais diversas regiões do Brasil", comentou a investigadora.

Modo de agir

A delegada disse ainda que todas as vítimas eram meninos. Quando eles decidiram bloquear o perfil do suspeito, o homem divulgava as imagens íntimas dos adolescentes e das crianças para pessoas próximas a eles.

Ágatha diz ainda que pais que suspeitem que o filho teve algum contato com o perfil falso criado pelo suspeito, podem entrar em contato com a delegacia ou com a Polícia Civil, pelo telefone 197.

PORTAL SBN | COM INFORMAÇÕES DO G1

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