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Pilotos do Duelo de Motos aceleram em outras profissões fora das pistas

Pilotos do Duelo de Motos aceleram em outras profissões fora das pistas
16 janeiro 09:42 2021 Imprimir notícia
Esporte

A sétima edição do Duelo de Motos é a atração do fim de semana do Verão Espetacular. E quem vê os pilotos que disputam a competição na pista de Atibaia fazendo essas acrobacias sobre duas rodas nem imagina que longe da lama eles têm outras profissões muito diferentes do esporte.

Marcelo Simões, Pedro Nougalli e Jeff Campacci levantarão voo na pista oval do Duelo de Motos são três exemplos de empreendedorismo fora da pista.

Simões, que mora na cidade de Tupã, no interior de São Paulo, é dono de loja de roupas esportivas. Segundo ele, a segunda profissão o ajuda a relaxar.

- Eu ainda vivo da moto, a loja é um complemento, mas no futuro isso deve se inverter. É bom ter a loja porque isso me dá tranquilidade, me deixa mais calmo. Mas claro que tem vezes em que estou lá e me pego pensando na moto, mas tento me manter focado nas vendas. E quando estou em cima da moto também estou 100% focado lá porque o esporte é perigoso e a gente não quer errar – conta Simões.

Jeff Campacci, que veio de Campinas, mantém a adrenalina sempre alta, mesmo quando não está sobre uma moto. Ele é instrutor de tiro em uma empresa com outros dois amigos.

- A adrenalina está no nosso sangue. Hoje vivo mais em função da moto. Eu e três amigos temos os cursos de treinamentos de tiro e temos outros trabalhos. E já que nosso hobby virou nossa profissão, fomos atrás de outro hobby. A gente dá cursos e palestras até para a Polícia Militar. Lá e aqui a gente usa a consciência, controle corporal, a disciplina. Essas são coisas que se relacionam – explica.

Seguindo uma filosofia contrária, Pedrinho Nougalli exerce a paciência plantando shimeji na empresa da irmã, em São José do Rio Preto.

A gente é multitarefas. Minha irmã é engenheira florestal e vegetariana. Venho de uma família que se alimenta bem, é muito natural e sempre procuramos comer coisas orgânicas. A gente pega a salada do vizinho, troca por cogumelos, e isso é muito natural para mim tanto quanto ser atleta e estar sempre ao ar livre. Depende da época do ano, um trabalho se sobrepõe mais ao outro. Com a pandemia e os eventos de moto parado, foquei a energia no cogumelo. Quando estou trabalhando nos cogumelos, desenvolvo uma paciência maior pelo processo natural de crescer o cogumelo e tem a ver com a gente treinar, respeitar nossos limites, e dar tempo ao tempo - finaliza.

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