Professor é condenado a 72 anos de prisão por crimes sexuais contra crianças de 5 a 15 anos

Professor é condenado a 72 anos de prisão por crimes sexuais contra crianças de 5 a 15 anos
19 março 13:48 2020 Imprimir notícia
Justiça

Marcos Vinicius Folco, de 56 anos, foi condenado a 72 anos, 7 meses e 14 dias de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual e exibição de mídia pornográfica, praticados contra alunos de uma escolinha de futebol que funcionava dentro de um clube no bairro Braúnas, região da Pampulha, em Belo Horizonte.

As vítimas tinham entre 5 e 15 anos.

A sentença foi dada pela juíza da Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente de Belo Horionte, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues.

Prisão

O técnico de futebol foi preso em agosto do ano passado. A polícia chegou até o suspeito depois que o pai de um dos meninos treinados por ele disse que o filho teria sofrido abusos do técnico. Esse pai também contou aos policiais que outras três crianças foram vítimas.

Os meninos prestaram depoimento e confirmaram os abusos. Alguns contaram que o técnico exibia vídeos pornográficos, acariciava os órgãos sexuais e pagava de R$ 5 a R$ 10 para praticar sexo com eles. Um dos meninos disse que o técnico ameaçou acabar com a escolinha caso ele contasse para os pais o que acontecia.

A polícia prendeu o suspeito e o caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente. Em depoimento, Folco negou ter cometido os crimes. A polícia indiciou o técnico de futebol em setembro.

Denúncia

O Ministério Público denunciou o técnico de futebol pelos abusos que aconteciam durante as aulas, ora na sala do professor, ora em uma mata da região. De acordo com o MP, o professor abusava sexualmente das crianças e também exibia filmes pornográficos para elas pelo próprio celular ou no computador do trabalho.

De acordo com a denúncia "em algumas situações, o acusado conquistava os menores dando-lhes agrados e presentes, como meiões e chuteiras, além de dinheiro. Um dos meninos chegou a ganhar uma bolsa de estudos para participar das aulas".

Condenação

A pena de 72 anos deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado. A juíza negou ao professor o direito de recorrer da sentença em liberdade, "para garantia da ordem pública e para que ele não cometa outros delitos, bem como para assegurar a aplicação da lei penais e para garantir que o professor cumpra a condenação que lhe foi imposta".

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