Sarna humana: doença contagiosa da pele causada por parasita

Sarna humana: doença contagiosa da pele causada por parasita
30 janeiro 17:02 2020 Imprimir notícia
Saúde

A sarna humana ou escabiose é uma doença cutânea infecciosa e contagiosa, como revela um artigo divulgado pela CUF. É provocada por um parasita de nome Sarcoptes scabie, que vive somente na pele humana. A fêmea escava um túnel na pele, onde deposita os seus ovos, provocando uma reação alérgica.

Sinais de alarme

Regra geral, segundo a CUF, os sintomas da sarna humana surgem entre três a quatro dias após o contágio e podem durar por várias semanas.

Você deverá consultar um médico se sentir:

- Comichão ou prurido: sobretudo à noite.

- Erupções cutâneas (semelhantes a picadas): em determinadas zonas, sobretudo entre os dedos, nas mãos, axilas, seios, nádegas, genitais e abdômen. Nas crianças e nos bebês, podem atingir outras zonas, como a cabeça, as palmas das mãos e as plantas dos pés.

- Descamação e crostas: sarna crostosa ou norueguesa, a forma mais grave e rara de escabiose, corresponde a uma hiperinfestação por Sarcoptes scabie e atinge essencialmente pessoas com doenças que comprometem o sistema imunitário.

Como prevenir o contágio da sarna humana?

A CUF alerta que a sarna humana é contagiosa, transmitindo-se através do contato direto com a pele de alguém que esteja infectado ou, menos frequentemente, pela partilha da mesma roupa ou da mesma cama.

Os animais de estimação não podem propagar a sarna humana, uma vez que o Homem é o único hospedeiro do parasita responsável pela doença.

A sarna humana é mais comum em pessoas que estão em grande contato físico com outras, como crianças pequenas e idosos institucionalizados.

Existem algumas medidas que visam prevenir a transmissão da escabiose:

- Lavar toda a roupa interior, pijamas e roupa de cama utilizados em água bem quente;

- Estender o tratamento ao parceiro e aos outros elementos da família.

Tratamento

A CUF explica que o tratamento consiste sobretudo na aplicação de soluções escabicidas diretamente sobre a pele. Pode ser necessário recorrer a medicamentos com ação sistêmica, administrados por via oral, nomeadamente quando a patologia afeta a família inteira ou pessoas institucionalizadas.

Também podem ser prescritos anti-histamínicos para o alívio do prurido e da vontade de coçar, evitando os indesejáveis arranhões e consequente infecção secundária por bactérias.

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